ENERGIAS DE MAIO DE 2008
por Alexandra - 07 Maio 2008

Foi-nos dado o Céu e a Terra e de algum modo a sensação que captamos é como se o chão nos fugisse por baixo de nossos pés e como se esticássemos os braços, podendo sentir a leveza e não conseguir tocar as forças mais sublimes.

Tudo nos havia sido prometido mas….parece que tudo ficou por terminar, realizar, concluir, findar….0 princípio do fim ou o fim do princípio? Que principio e que fim? Um verdadeiro desnorteamento, onde tudo se mistura, confunde…até por vezes a nossa própria identidade se encontra numa verdadeira encruzilhada.

As altas vibrações continuam a ser sentidas mas de modo estranhamente diferente. Os apoios também parecem ter desaparecido embora saibamos que lá estão… Até o “acreditar” é tarefa que não parece nada fácil para muitos!

Mas com toda a neblina energética que se fez e faz sentir ficou plantado no coração dos Homens uma pequena, singela mas grandiosa semente de Amor, onde a firmeza e sustentação das suas raízes fortes, cria o veículo de ligação ao verdadeiro EU SOU. Contudo o “seu dono” não se apercebe da verdadeira dimensão que já começou a ocupar. Isto para dizer que, o que subsiste dentro de cada um de nós é o mais genuíno, e por ter permanecido quase esquecido e isolado no nosso mais profundo ser…parece destinado a crescer, crescer, crescer…o Amor!

Em muitos momentos, uma grande parte de nós deixou de crer em Tudo (Forças da Luz) e em Todos (Humanidade), outros ainda há que aguardam o dia em que tudo pode acontecer…Nesta sequência difusa de acontecimentos muitos traçaram novos percursos, novos trajectos, novos objectivos de vida, formas de estar e ser diferentes. Mas apesar dos esforços para mudarmos a corrente energética interna individual, sentimos que a vida permanece num limbo, onde o tempo certo aguarda o momento mais propício para se propagar no leito da vida. Neste momento encontramo-nos num impasse vibracional, a aguardar uma resposta da identidade grupal à qual pertencemos (onde nem todos se encontram numa mesma sintonia vibracional, para elevar efectivamente o padrão energético dum lugar, região, pais, fazendo assim a transição individual para exercer novas tarefas).

Desde criança que ao observar os movimentos das nuvens no céu e a simbologia que é traduzida ao meu sentir das suas cores, e os traços que os animais deixam ao passar bem como o balançar das folhas ao vento e as árvores que encontro no caminho, faço a leitura vibracional dos vários momentos (do nosso planeta e do meu próprio percurso de vida). Esta interacção desde sempre foi fácil para mim, tendo um entendimento imediato do presente momento que estava vivendo, obtendo as respostas que me eram necessárias. A linguagem sempre foi, e é, simples e a compreensão sempre foi transparente. Nesta fase é necessário agarrarmo-nos aos instrumentos conhecidos. Procurem no que vos rodeia a resposta ás questões a que cada um diz respeito. Encontrem um local, uma pessoa uma forma de pensamento ou outras, para readquirir o conhecimento individual, e validar as respostas no sentir, que é eterno e puro.

A questão que é colocada a seguir creio que emerge no pensamento de muitas, muitas pessoas e por isso a coloco:
Se mudei de vida, tomei as mais duras decisões que alguma vez poderia pensar, alterei a trajectória do meu percurso de vida, doando como contributo maior a mim mesmo, à Humanidade e a um estado de vibração Superior…Se decidi que quero fazer apenas o que me traz prazer e que sinto efectivamente vocação…Então, o que fiz ou estou fazendo de errado, o que devo entender de modo a tudo melhorar e para que os caminhos se abram? O que devo fazer para que a VIDA tenha de novo um sentir profundo, onde tudo tenha sentido e onde a alegria inunde de novo a alma e o meu sentir.???

Nestes tempos deveras conturbados e de intensa transformação, não é fácil mantermos o equilíbrio em harmonia. Sim, equilíbrio em harmonia. Passo a explicar, o pêndulo vibracional do tempo está mais acelerado provocando uma maior frequência de momentos de desequilíbrio (momentos mais intensos e profundos). Estes como são muito activos, provocam um desgaste maior e os instantes de equilíbrio que se seguem a estes, são pouco notados devido a essa exaustão. A reposição energética é também mais subtil, sendo que os níveis onde se faz sentir a sua força são acima da dimensão onde actuamos. Assim, o isolamento a que uma grande maioria recorre, serve cada vez mais, de instrumento no reconhecimento de nós mesmos, da nossa verdade de carácter, e na recolha do saber interno e individual mais profundo. Este isolamento como função fortalecer os laços que estabelecemos connosco. Tem a ver com a autoconfiança, a disponibilidade em sermos positivos e firmes no conhecimento que temos e vamos adquirindo ou recuperando, nas características que possuímos, fazendo sobressair a verdadeira competência de carácter e onde o bom senso impera no contributo para alcançar os novos objectivos da vida.

A culpa que se arrasta e os erros cometidos que julgamos não terem solução nem reparo, ainda funcionam como entraves no prosseguir de um novo recomeço. As forças parecem faltar e com alguma facilidade pode-se cair em círculos viciosos, onde o cansaço pode dar origem ao desespero e desencadear situações mais limites.

Gostaria de terminar com uma frase, que não é minha, mas que considero importante dizer neste momento:
Thomas Edison fez 2000 experiências até inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o porquê de tantos fracassos. Edison respondeu: “NÃO FRACASSEI NEM UMA ÚNICA VEZ. INVENTEI A LÂMPADA. ACONTECE QUE FOI UM PROCESSO DE 2000 ETAPAS.

Um forte bem-haja
Até breve!
Alexandra

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