:Visões Mensais de abril de 2012:
RE-INICIAR, RE-LIGAR E RECALIBRAÇÃO
Mensagem de Dana Mrkich,
11 de abril de 2012
 
O que parece um grande vazio e uma incapacidade de manter os seus pensamentos no lugar faz parte de um processo massivo de re-inicialização, re-ligação, re-configuração e recalibração que foi desencadeado num nível completamente novo pelo último Mercúrio Retrógrado. Como sempre, este processo acontece tanto a um nível pessoal como global/coletivo. Normalmente, podem esperar que surja alguma clareza quando Mercúrio se controlar de novo mas desta vez é mais do que o arranque retrógrado, mas ainda outro estágio de atualização da nossa vibração em curso com esse estágio agora a definir o tema para os próximos meses que conduzem ao Solstício de Junho.

Este estágio tem a ver com a recalibração que abre o caminho para uma maior clareza mas, tal como qualquer projeto de renovação, o projeto em si mesmo pode parecer mais como confusão. Ironicamente, ao permitirem toda a miríade de pensamentos, sentimentos e experiências que surgirão desta vez, e não esperando serem claros, podem libertar-se de alguma dessa confusão! Pensem nisso como um molho de coisas a serem atiradas ao ar que são reorganizadas lá em cima e depois descem de uma nova maneira. Quanto mais resistirem a pensamentos como “Porque é que estou tão confuso”?, “Porque é que nada faz sentido?”, mais parece como se fosse em câmara lenta e durar uma eternidade. Quanto mais permitirem pensamentos como “Tudo está a ser re-organizado”, “Estou prestes a tornar-me mais esclarecido/forte/produtivo”, “Isto é excelente!”, mais depressa isso acontecerá.

É suposto que as renovações pareçam um pouco confusas, mas elas envolvem sempre um plano organizado e assim é em relação a este processo. Este plano organizado não é habitualmente óbvio senão no final do projeto. É só quando tudo está terminado que os espetadores dizem “Oh, uau, se me tivesses dito que ia ser terminar assim há uns meses eu nunca teria acreditado em ti mas, olha agora, é fantástico!” O construtor/arquiteto/desenhador sabia como é que iria parecer, mesmo no meio do caos renovador, e nós podemos aprender com eles na nossa maneira de abordarmos as nossas mudanças atuais. Podemos ficar esmagados e ansiosos e pensar que tudo se está a desfazer, ou podemos confiar que alguma parte superior de nós sabe exatamente o que se passa e tem nas suas mãos o plano geral.

Quando algumas pessoas leem “confiar”, pensam que isso quer dizer sentar-se e deixar que as coisas aconteçam. Algumas vezes as coisas acontecem por magia, normalmente depois de muito trabalho vibratório interior. Outras vezes, é a vossa ação inspirada que permite que as coisas aconteçam. Assim, quando aqui falamos em confiar, não queremos dizer sentarem-se e isentarem-se de responsabilidade, queremos dizer confiarem que têm uma força interior muito inteligente dentro de vocês que os orienta a cada passo do caminho na direção da manifestação e atração da vida que vieram para criar cá. Esta força inteligente está a tornar isso cada vez mais claro nos dias de hoje sempre que estiverem ligados ou desligados dos vossos pensamentos, palavras e ações. Confiar nesta força inteligente é uma ação energeticamente ativa, não passiva.

Se vos faz sentir melhor, digam para si mesmos: “Existe aqui um plano, mostra-me o próximo passo.” Não perguntem o que é que vai acontecer a dez passos do caminho ou como vão dar esses passos. Perguntem apenas pelo próximo passo.

Pessoas diferentes reagem a este tempo de maneiras diferentes, dependendo de onde estão nos seus processos pessoais. Se sentem alívio com o pensamento de que tudo isto está a re-ligar-se, estão a ir muito bem e no caminho certo. Fizeram muito trabalho em vós mesmos, estão prontos para um salto quântico e podem senti-lo a chegar.

Se estão a sentir-se frustrados, já fizeram mais do que a vossa quota parte de bater dos pés, tamborilar de dedos, à espera que alguma coisa mude. Estão entre os grupos que gritam ao Universo mostra-me qualquer coisa, por amor de Deus!! Encaixam na categoria “Vocês são aqueles de quem estão à espera”. Perguntem “Que parte de mim espera que eu me aproprie dela? Que parte de mim espera que eu a apanhe?” Tomem-na! Alcancem-na! Depois agarrem-na com ambas as mãos e corram com ela. Não há mais esperas. Este processo de recalibração tem a ver com perceber que já são aquilo pelo qual têm esperado, têm apenas que o perceber.

Há muitas energias diferentes coexistentes este mês – algumas de forma harmoniosa, outras conflituosas, umas numa dimensão, outras noutra. Algumas energias estão a partir, outras a chegar, quase todas estão a mudar e a ajustar-se- imaginem um molho de luzes coloridas a lazer todas diferentes a entrecruzar-se umas com as outras, subindo e descendo, piscando num ligar, voltando para outro (ou não), transformadas (ou não), e obterão o plano geral.

Isto pode às vezes parecer como uma estação central agitada com tanta coisa a acontecer que não sabemos o que fazer connosco próprios. Quando as energias diferentes colidem umas com as outras (ex., duas pessoas que vivem em diferentes espaços vibratórios) o resultado pode ser bastante desagradável se um ou ambos insistirem que o seu espaço vibratório/realidade/ponto de vista/perspetiva é o correto. Vários espaços vibratórios e, assim, perceções da realidade estão a existir neste momento (na verdade, sempre existiram, só que agora está a tornar-se mais óbvio) e, quanto mais nos lembrarmos disso, mais harmoniosas serão as nossas interações com os outros à nossa volta. Não existe um espaço vibratório certo, existe apenas aquilo que é certo para vocês no momento. Por vezes, irá parecer como se todos nos estivéssemos a tornar a nossa própria ilha vibratória. Sentirem-se um pouco separados ou desligados dos outros por um tempo é, na verdade, uma parte importante de separarem quem realmente são, por oposição a quem têm pensado que são com base nas influências dos outros.

Vamos começar a testemunhar muitos conflitos extremos de opiniões e de polarização à medida que as pessoas começam a gravitar nos espaços vibratórios que são certos para elas, sentindo, no entanto, que todas os que não estão nesse espaço estão erradas. Não desperdicem energia em nenhum destes pensamentos tipo braço de ferro. Vamos também começar a ver muito julgamento e projeção a acontecer sempre que as pessoas resistirem a apoderar-se da sua própria completude. Por exemplo, algumas pessoas infelizes nos seus trabalhos podem atirar a alguém as suas palavras “Quem pensas que és para teres o direito de ser feliz no trabalho? Trabalhar não tem a ver com ser feliz.” Mesmo que já não estejam a atrair este tipo de coisa nas vossas vidas pessoais, iremos vê-lo na média, na política e nas redes sociais. Enquanto pode parecer que estamos a regredir é, na verdade, uma manifestação coletiva do que acontece sempre que, individualmente, temos um avanço significativo. Sabem como é – tal como quando se comprometem com um comportamento novo, os vossos padrões antigos surgem na vossa frente. Acontece como uma espécie de “limpar o último espetro de pó na sala da oportunidade”. O compromisso das nossas almas para mudar parecerá implacável. Toda a gente vai ser cada vez mais pressionada e impulsionada para se recordar e reclamar a sua plenitude. Podemos fazê-lo aos pontapés e gritos, ou podemos fazê-lo de maneira graciosa. A escolha é nossa.

Alguns de nós estamos a sentir um grande vazio sentindo que nada está a acontecer nem sequer temos vontade de fazer alguma coisa. É como o tempo de silêncio em que todos os autocarros na estação central saíram e as chegadas estão ainda por entrar. Se se estão a sentir demasiado parados e desmotivados, podem estar no meio de uma “Atualização de Paixão”. As coisas antigas já não vos interessam, mas não sabem quais as novas que vos interessam.

Esta é uma altura excelente para começar um quadro de visão novo, apenas desta vez tentem não ter quaisquer ideias preconcebidas sobre o que é que devem lá colocar. Se virem uma imagem uma palavra que vos surja, cortem-na ou imprimam-na. Deixem que as coisas que possam parecer não fazer sentido quando aplicadas à vossa “antiga vida” vos alcancem mas que, por alguma razão, continuam a zumbir na vossa cabeça pedindo atenção. Pode ser um país, um curso, um projeto, um objetivo, um desejo, um sonho, uma ideia ou mesmo apenas uma palavra. Sigam essa ligação ainda que a vossa mente lógica diga que estão a ser tolos. Peçam uma brochura para essa viagem ou curso que vos está a chamar, vão ver esse carro ou casa, mesmo que não façam a mínima ideia de como os irão pagar. Alguns chamam a isto de ilusão, e é. Aqueles que conhecem os nossos pensamentos criam a nossa ilusão prática da realidade em todos os momentos. Quando seguimos os nossos pensamentos, tal como Hansel e Gretel as migalhas do bolinho, eles guiam o caminho para a manifestação de todas as espécies de coisas impossíveis.

Agora, mais do que nunca, devemos lembrar-nos diariamente: NÓS criamos a nossa própria realidade. NÓS enquanto coletivo vamos determinar o que acontece ao longo dos próximos anos. NÓS somos responsáveis pelo que parece cada aspeto da nossa vida. Não se deixem levar de volta para os velhos hábitos de vitimização (E se eu nunca resolver esta questão, E se eu nunca me tornar aquilo que vim para ser aqui). Se o melhor que conseguirem fazer neste momento for repetir para vocês mesmos “estou a chegar lá, estamos a chegar lá, tudo se está a tornar mais claro”, então repitam-no. Não se deixem cair de novo nos velhos hábitos de apatia e de desmotivação.

A Recalibração pode parecer um pouco como se tudo estivesse em pausa ou caótico assim, se estiverem propensos ao desânimo (e quem não e esteve por vezes, especialmente quando têm esperado que as coisas mudem durante tantoooo tempo), então é particularmente importante lembrarem-se de que “Estou a chegar lá, estamos a chegar lá”. Parece como se estivessem a mentir a vós mesmos? Ah, o risco de falar em círculos – agora é o momento de se relembrarem que NÓS criamos a nossa própria realidade. Se tiverem um “Mas” no final dessa frase, então alguma parte vossa ainda está desligada de alguma parte do vosso poder e eu autêntico – e, em última instância, é disso que trata este processo de recalibração. Estamos a reconectar-nos com o nosso poder. Estamos a reconectar-nos com todas as partes do nosso eu autêntico. Estamos a reconfigurar todos aqueles aspetos que nos fizeram pensar que éramos menos do que realmente somos. Alguma força dentro de nós está a relembrar-nos: tu és mais, muito mais do que possas imaginar. Estamos a lembrar-nos e a tornarmo-nos inteiros.

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© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo livremente na condição de que o autor seja creditado, e o URL www.danamrkick.com  incluído. Sigam Dana no Facebook: www.facebook.com/danamrkichnews
Tradução: Ana Belo – anatbelo@hotmail.com
 

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