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-:- Visões Mensais de Setembro -:- TRANSFORMAR A NOSSA DENSIDADE Mensagem de Dana Mrkich, 04 de setembro de 2011 |
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Os dias que antecederam o início de setembro trouxeram uma energia muito pesada,
fazendo cair a pique pessoas sensíveis para o que parecia uma névoa espessa de
lodo. Isto foi experienciado tanto fisicamente – sentindo literalmente como se o
ar à volta estivesse, de algum modo, mais grosso ou difícil de atravessar – e
emocionalmente, sentindo um súbito “qual é o objetivo?” vir para cima de vocês
do nada.
Curiosamente, a 2 de setembro houve um “buraco coronal” – este é o termo
usado quando uma parte do campo magnético do Sol se abre, deixando que
os ventos solares corram na direção da Terra. Os buracos coronais são
100 vezes menores em densidade do que o resto do halo (a camada externa
da atmosfera do Sol). De acordo com a ciência oficial do espaço e do
tempo, as pessoas sentirão estes efeitos na Terra por volta de 5 de
setembro, mas muitos de nós já o sentimos (e ainda de ter acontecido
“oficialmente”) porque já não estamos mais limitados pelas velhas regras
do tempo/espaço da 3D. Esta súbita pressa de energia super densa parece
um pouco exuberante porque está a agir como um íman a puxar de dentro de
nós toda a nossa energia densa. Está a puxar de dentro dos outros todas
as suas energias densas o que, por sua vez, desencadeia ainda mais a
nossa! Embora desafiador, eventualmente isto oferece-nos uma
oportunidade de fazermos uma boa limpeza! Podemos chegar detalhadamente
àqueles lados de que nos esquecemos ou evitamos e lidar com aquele monte
de poeira no canto. Como sempre, como com qualquer mudança, iremos
emergir a sentir-nos mais leves e mais luminosos. Também é bom ter em
mente que, apesar dos momentos densos estarem a parecer mais densos,
estamos a movimentar-nos através de cada onda cada vez mais depressa – e
o próprio facto das ondas mais densas parecerem TÃO más é realmente uma
indicação boa e positiva de quão alto estamos a vibrar estes dias!
Buracos coronais à parte, estamos em geral a experienciar agora
bastantes encontros com a densidade, ao nível pessoal e ao nível
global/coletivo – iremos vê-la a continuar a jogar na política, na
economia, nos media e socialmente. Porquê? Embora estejamos a
experienciar mais luz vibratória mais elevada no planeta do que alguma
vez antes, esta luz está também a fazer com que qualquer energia mais
densa (vibracionalmente inferior) se torne mais óbvia. A distinção entre
as nossas vibrações mais baixas e mais altas está a tornar-se mais
óbvia, mais confrontadora, mais intensa.
Se alguma vez acharam bastante difícil estar perto de certas pessoas ou
situações, agora podem sentir como se mal pudessem respirar e a
sufocarem nessa energia. Para aqueles que estão ainda mais ligados à
energia mais densa, e para aqueles aspetos dentro de nós que ainda estão
em densidade, têm necessidade de trabalhar mais para empurrarem o
aumento da energia cada vez “mais leve”. O nível de resistência é
exaustivo e fisicamente debilitante, no entanto, até que mantenhamos
qualquer medo da nossa energia superior, vamos continuar com esta
história.
Quem temeria, ou por que temeríamos a energia superior? Por muitas
razões – algumas associadas com o mover para uma vibração superior com
uma perda de poder, perda da zona de conforto, perda de noções
preconcebidas de estabilidade e de segurança. Alguns de nós
ressentimo-nos da nossa própria energia superior porque temos falsas
crenças de que não somos abundantes ou dignos, e nunca seremos. Assim,
quando nos deparamos com essa energia superior nos outros, isso pode
desencadear ondas de tsunamis de emoção e violência. A raiva que vimos
nos Tumultos de Londres foi um exemplo perfeito de um “levantamento
vibracional” – a densidade já não pode mais permanecer adormecida,
ignorada ou ser varrida para debaixo do tapete. As nossas almas estão a
ser magneticamente chamadas para o nosso nível de vibração mais elevado
possível e, quando sentimos que não o podemos ter, ou recuamos mais para
dentro para a nossa densidade, ou explodimos com fúria. Tudo está a
mudar para um maior equilíbrio, e o grau em que estava em desequilíbrio
será o grau em que o aparente caos segue, à medida que passa pelo seu
processo de equilíbrio.
Desta forma, não se surpreendam de ver mais pessoas a ficarem zangadas e
a atacarem verbal ou fisicamente “a partir do nada”. Iremos ver estes
“ataques” em interações pessoais e também no palco político, nos media,
mais agitação social e civil, etc. – tal como a energia superior não é
compatível com energias densas, imaginem, estas sentem-se sufocadas
pelas primeiras! Nós sentimo-nos sufocados pelo que tememos dentro de
nós e, assim, tememos isso nos outros (seja densa/alta, luz/escuridão/,
bom/mau) – e, então, a solução é reconhecerem o que temem, porque até
que o façam é sufocante de uma maneira ou de outra.
A vida não é a preto e branco e nem nós o somos. Então, apesar de
sentirmos que podemos, normalmente, colocar algumas pessoas na categoria
da energia “densa” e outras na categoria da “vibração mais alta”, TODOS
temos ambas as energias dentro de nós a um grau maior ou menor. Desta
forma, se vocês se considerarem “vibração mais alta”, ainda têm alguma
densidade dentro de vocês e é essa densidade que está na vossa frente
neste momento, a vir à tona para vocês a reconhecerem e transformarem. É
essa densidade que cria o sentimento de “sufoco” se estiverem na
presença de certas pessoas. Não o sentem porque “eu devo estar a captar
a energia densa deles”, sentem-no porque algo que tenha a ver com
densidade na sala (seja com essa pessoa ou na dinâmica entre vocês) está
a desencadear densidade em vocês.
Desta forma, o que é a densidade? Vibratoriamente, é o que é mais pesado
e menor do que o que é mais leve e mais alto. Energeticamente, no
contexto em que estamos no processo de um salto quântico na nossa
evolução levando-nos a incorporarmos quem realmente somos aqui no
planeta Terra, é o grau em que tapámos, ou não podemos ver
o TODO de quem nós somos
verdadeiramente.
Assim, se estiverem desconfortáveis na presença de certas pessoas ou
situações – quer seja a sua atitude miserável ou a sua alegria feliz que
os faz desencadear – as perguntas a fazer a vocês próprios são: que
densidade dentro de mim está isto a desencadear? Tenho medo que a
atitude miserável ou falta de mentalidade de alguém de algum modo passe
para mim? Se assim é, a minha densidade está na verdade a tapar a parte
da minha força/saber interior para eu criar a minha própria realidade?
Está a tapar parte da minha abundância mental? Está a cobrir a minha
capacidade de ter limites fortes? Está a cobrir a minha gratidão pela
minha vida maravilhosa? Tenho medo que a felicidade ou a alegria de
alguém diminua, se algum modo, a minha oportunidade de felicidade e
alegria? A densidade que eu sinto à volta dessa felicidade e alegria
está, na verdade, a tapar o meu desejo de felicidade e alegria? Está a
ocultar o meu conhecimento inato do que preciso fazer exatamente para
permitir essa felicidade e alegria? Está a ocultar quaisquer paixões,
desejos e necessidades dentro de mim que, uma vez reconhecidos, me
levariam à minha própria felicidade e alegria? Está a ocultar essa parte
de mim que sabe, sem dúvida, que eu tenho o direito a sentir-me bem!
A densidade é realmente como as nuvens que cobrem um campo verde,
ocultando temporariamente o sol, criando uma sombra. A densidade é a
nossa sombra – essa dentro de nós que nós não reconhecemos. Assim,
quando estiverem a sentir densidade (peso emocional), saibam que
transformá-la é tão simples como perguntar “O que é que estás a
ocultar dentro de mim agora?”
A questão seguinte é então: por que é que eu estou a ocultar estas
coisas? Fazer um diário é uma forma fabulosa de receber algumas
respostas sobre estas questões. Confiem no que surgir. Muitas pessoas
que são novas na redação de um diário sentem como se estivessem a
“inventar” quando as respostas aparecem. Vocês não estão a inventar.
Olhem para isso como o vosso autêntico eu superior, sábio, lhes
estivesse a enviar e-mails através da vossa pen! Logo que tenham alguma
clareza, é hora de se movimentarem para a próxima fase de transformarem
a densidade, que é destaparem o que tem estado a ser tapado.
Há imensas maneiras de fazer isto, dependendo do nível de
densidade/espessura das capas e de quanto já trabalharam nisso
realmente. Se nunca trabalharam numa questão particular antes, podem
gravitar mais na direção de terem uma sessão de cura ou algumas sessões
EFT (Técnicas de Libertação Emocional) ou NET. Caso contrário,
provavelmente estarão auto-equipados o suficiente para fazerem algumas
afirmações e visualizações para ajudar a re-ativar e despertar estes
vossos aspetos ocultos. Se vocês já o tiverem feito e se estão a
sentir-se presos, o próximo passo é passarem da teoria à prática e
incorporarem estes novos aspetos o que exige, normalmente, fazerem uma
mudança consciente nos vossos pensamentos, sentimentos e ações.
Aquilo em que pensam ou sentem, regularmente, corresponde à vossa
mentalidade de abundância recém-descoberta? As vossas ações e
comportamentos correspondem à vossa força interior recém-descoberta?
Mantenham-se atentos e reparem realmente quando os vossos pensamentos,
sentimentos e ações não combinam com quem vocês sabem agora que são
verdadeiramente. Não há necessidade de se fustigarem ou de fazerem um
diário de cem páginas novamente, reconheçam simplesmente que os novos
padrões levam tempo a incorporar. Parem os vossos trilhos quando
percebem o que estão a fazer, respirem fundo e re-direcionem o vosso
comboio.
À medida que experienciarmos as ultimas páginas da nossa libertação da
densidade, iremos ver mais “dramas” a desenrolarem-se à nossa volta – de
novo, pessoal, social e globalmente. É importante não ser apanhado
nestes dramas. Eles são como buracos negros sugando qualquer coisa densa
para eles com uma forte atração magnética, gravitacional. Em situações
pessoais, coloquem a vossa oferta de ajuda em cima da mesa, se for
necessário, mas depois deem um passo atrás. Não é hora de entrarem num
frenesim emocional, de se esgotarem tentando que a vossa mãe/melhor
amigo/colega de trabalho veja que estão num casamento/relação/emprego
tóxico
enquanto eles continuam a estar onde estão. Esta não é a hora de se
juntarem à propaganda de “o céu está a cair” enquanto a economia colapsa
e o clima da Terra se torna mais imprevisível. Não sejam apanhados no
pensamento demolidor de que tem havido alguma espécie de erro universal
colossal. A transformação exige que certas coisas ruam antes de coisas
novas poderem nascer.
Alguns povos irão agarrar-se ao velho da vida estimada por medo que este
colapso seja o fim. Não fomos ensinados acerca dos ciclos naturais da
morte e do renascimento e, assim, tememos a transformação apesar de ela
levar sempre a alguma coisa de melhor. Uma das coisas mais construtivas
que podem fazer durante a transformação – seja a vossa própria, a dos
vossos amados ou a de uma situação global – é honrar o processo. Honrar
que o que pode parecer-lhes, “ela está presa numa situação miserável”, é
a mesma situação que a pessoa precisa agora para desencadear o que
precisa de desencadear. Lembrem-se de que se vocês cortarem uma
crisálida para tentarem tornar mais fácil para a emergente borboleta, a
borboleta não será capaz de voar. Colocarem-se de fora da crisálida é
uma iniciação. O que parece uma luta é, na verdade, o fortalecimento e a
preparação das asas da borboleta para voar. É por isso que os nossos
irmãos e irmãs galácticos não vieram “salvar-nos” – nós temos que fazer
isso por nós mesmos, caso contrário teríamos deitado abaixo todo o nosso
propósito para estarmos aqui.
As pessoas entendem erradamente que a “não interferência” significa “não
fazer nada”. Sejam quem são, brilhem a vossa luz – isto é de longe mais
do que não fazer nada. Ao fazerem isto estão a segurar uma tocha,
ajudando os outros a encontrarem o interruptor para a sua própria luz.
Falem a vossa verdade, transmitam a vossa mensagem, partilhem o que
sabem. Ponham um cobertor à volta de alguém que está a tremer. Deem
comida ao que tem fome. Deixem as pessoas saberem que vocês estão lá, se
elas precisarem. Joguem uma corda num buraco para alguém subir, mas não
vão lá abaixo puxá-los para cima com todo o vosso poder se eles
estiverem a resistir a cada puxão! Esta é o sinal para se retirarem.
Este processo de equilíbrio vai ganhar impulso à medida que nos
aproximarmos do Equinócio, a 23 de setembro. Prestem especial atenção
àqueles momentos em que sentem um surto de pânico, em opressão ou como
se estivessem a hiperventilar – estão a ser apanhados numa “fenda” da
vossa própria energia densa. Está impregnado em nós aqui na Austrália,
com tantos de nós a vivermos perto da praia, que se vocês estiverem no
mar e forem apanhados numa onda a melhor coisa a fazer é relaxarem,
permanecerem calmos e fluírem com a corrente. Os nadadores-salvadores
dirão que ficarem calmos é a chave para a vossa sobrevivência. Então, se
se sentirem emocionalmente despoletados ao longo dos próximos dias ou
semanas, respirem fundo e, em vez de lutarem contra a densidade, entrem
nela por momentos, de forma consciente. Perguntem-se: que parte de mim
está à procura de equilíbrio? A que parte de mim estou a resistir que me
está a chamar agora para que a reconheça e aceite? A partir daí, vocês
saem da onda. Para a frente e para cima! |
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© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo livremente
na condição de que o autor seja creditado, e o URL
www.danamrkick.com
incluído.
Tradução: Ana Belo –
anatbelo@hotmail.com |
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