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Assim aqui estamos, no
início da 9ª onda do Calendário Maia, que começou no dia 9 de Março
e culmina no dia 28 de Outubro. De acordo com os textos da
autoridade em Calendário Maia, Carl Calleman, este será o período
mais intenso da evolução que o Planeta já viu, e resultará na Terra
finalmente alcançando a Consciência Cósmica ou Universal. Isto é o
que o Arcanjo Miguel esteve dizendo por algum tempo, e o
seminário/canalização que Nós fizemos com Jim Self no dia 21 de
Dezembro (Solstício), no ano passado, foi especificamente projetado
para ajudar as pessoas a se prepararem para esta mudança para as
ondas do tempo Cósmico e Galáctico. Eu sou sempre muito grata ao
Arcanjo Miguel por fornecer as informações que precisamos antes do
tempo! Neste momento, 9 de Março, nós entraremos em uma fase mais
intensa desta energia,como previsto pelos Maias, há muitos séculos.
Eu estarei fazendo um seminário gratuito on-line, com o meu amigo
Sean Caulfield, no qual explicaremos brevemente a essência do
calendário Maia e a 9ª onda, para aqueles que não estejam
familiarizados com isto, e então faremos uma ativação com os
Guardiões Espirituais para o alinhamento com as energias que chegam
de uma forma graciosa que está cheia de amor e livre do medo. É
também verdade, que parte do processo que estamos passando neste
rápido período de evolução e de mudança, é uma integração da
sabedoria dos Antigos e dos povos Indígenas. Como Miguel disse em
muitas canalizações, a sabedoria deve ser reintegrada à Consciência
Coletiva antes que possamos avançar. Em nossa cultura moderna,
perdemos a nossa conexão com a Natureza e com a sabedoria dos
Antepassados, e assim estamos aprendendo agora como re-conectarmos e
integrarmos isto em nossa percepção de Quem Nós Somos. Isto é
necessário e faz parte da “cura” de nosso Ser de regresso à
plenitude e à “Unidade”. Mas nesta manhã eu estive lendo algumas
informações sobre um determinado professor proeminente que usava as
cerimônias e os ensinamentos dos povos Indígenas de maneira que
alguns consideram como falta de integridade. Agora, como eu não
quero entrar neste debate, ocorre-me que há uma tendência nas
pessoas de quererem “integrar” a sabedoria do passado e dos povos
indígenas, tornando-se eles de algum modo. Em minhas viagens ao
redor do Globo, eu encontrei “Americanos Nativos” no Oriente Médio e
“Índios” da América do Sul. O que é que faz com que tantas pessoas
queiram abandonar a sua própria cultura e se tornar algo que elas
não são? Imaginamos que se vestirmos as roupas, usarmos as penas e
tocarmos um tambor, isto, magicamente, nos tornará um poderoso xamã?
De acordo com o meu ponto de vista, acho que isto é um sintoma de
nossa desconexão da Natureza. Em nossa cultura consumista não temos
idéia de como voltarmos à natureza e a nossa ligação interior com a
natureza, e assim “nos apropriamos” das culturas que parecem bem
sucedidas. Eu digo “parecem” porque a maior parte destas culturas
está tão desorientada e desconectada como o resto de nós, e também
procurando se re-conectar ao seu passado e as suas raízes, sejam
elas Tibetanas, Lakotas ou Khoi-San, na África. E assim é que muitos
são atraídos para se vestirem como os povos Indígenas e com a
intenção de terem o que eles têm, ou o que eles tiveram no passado.
Eu devo admitir que isto foi parte do meu desenvolvimento também.
Tentei ser “Americana Nativa”, “Índia” e “Africana”, e no processo
tenho trabalhado com algumas pessoas maravilhosas e
inacreditavelmente dotadas, e fui ensinada por pessoas que eu
chamaria de Xamãs. Eu conheço as técnicas Xamânicas e posso usá-las
na cura e em cerimônias, mas sei que não sou uma Xamã Indígena. Sou
uma pessoa educada no Ocidente, procurando a re-conexão com a minha
divindade interior, com o meu poder e com a natureza. E, certamente,
é isto que todos nós estamos buscando, não importa a que cultura nós
pertençamos.
A essência da busca, parece-me, não é usar as penas e comer os
cogumelos, mas encontrar esta profunda conexão interior do seu
próprio modo. De uma maneira que ressoe com quem vocês são e com a
sua conexão com a Terra. É isto que eu estive ensinando com o
Arcanjo Miguel no Seminário intensivo que estou fazendo agora.
Certamente há ensinamentos xamânicos que ressoam universalmente, eu
acho. Não estou assim tão certa. Quando eu faço eventos e trabalho
ao ar livre, gosto de criar um círculo de fogo à noite, ou trabalhar
com a roda da medicina como um meio de introduzir as pessoas aos
conceitos de honra e de conexão aos elementais. Mas eu tive
conhecimento, muito recentemente, da energia um tanto estranha de
tentar introduzir um grupo de Trabalhadores Russos à Roda da
Medicina em uma floresta de São Petersburgo, a poucos metros de uma
igreja de madeira que representava a sabedoria dos antepassados
Russos. Fizemos contato com a energia dos Elementais, conseguimos
criar uma tempestade que resultou em uma interrupção na produção de
energia elétrica na cidade de São Petersburgo! A partir desta
aventura eu aprendi a ser mais cuidadosa ao trabalhar com as
energias dos elementais que são instáveis, desde que na época dos
grandes incêndios na Rússia, as energias elementais estavam em um
estado de grande instabilidade.
O que me foi passado mais tarde, é que a conexão com a natureza
ressoa mais intensamente quando é feita a partir do interior e de
uma forma que honre a natureza no Coração. Trata-se dos valores das
tradições Indígenas, respeito pela Natureza e honra por todos os
Seres Vivos. Trata-se de aprender a viver juntos em Paz e honrar a
todos com quem compartilhamos o Planeta. Neste momento, tornou-se
uma necessidade urgente que redescubramos os valores de sustentarmos
a Terra para as gerações futuras e não apenas usarmos o que
precisamos, sem pensarmos no dano que deixamos para trás em nossa
busca por mais. E sim, eu acredito que fazer cerimônias que honrem a
natureza, é uma parte importante desta re-conexão. Mas acho também
que estas cerimônias deveriam ser aquelas que criamos a partir de
nossa própria percepção interna de quem nós somos e como nos
relacionamos com a natureza no lugar onde estamos. E elas deveriam
integrar quem nós somos e onde estamos com uma percepção do “agora”.
Não estamos vivendo na Idade da Pedra ou em Tribos; a maior parte de
nós tem que lidar com as complexidades da vida urbana moderna e da
organização social, enquanto fazemos o nosso caminho de volta para a
“Mãe”... a nossa conexão com a Natureza.
Certamente, a Luz de Shekinah que esteve chegando ao nosso Planeta
em uma intensidade crescente no ano passado, nos aproximará do
Feminino Divino interior e ajudará em nossa jornada ao interior do
“ser” que é a Chama Divina do Amor e da Verdade. É dentro de cada um
de nós que podemos encontrar esta re-conexão interior, no espaço do
Amor e do Coração. Na verdade, este é o único espaço em que o
encontraremos e ao aceitarmos quem nós somos e por que estamos aqui.
Para honrarmos os Indígenas, devemos saber que somos aqueles pelos
quais estivemos esperando. E que escolhemos nascer onde nascemos e
nos grupos sociais a que pertencemos. A fim de conhecermos o Ser,
devemos primeiro compreender quem nós somos e por que estamos aqui.
Isto é difícil para a maior parte de nós se estamos com nossa
auto-estima rebaixada. É mais fácil vestir uma fantasia Romântica
com a intenção de sermos outra pessoa, em outra cultura. Mas, cedo
ou tarde, precisaremos voltar para casa, para nós mesmos e sermos
nós mesmos. E então... descobriremos que somos Todas as Coisas e que
estamos conectados a Todas as Coisas.
Somos Tudo o que Precisamos Ser. Aqui e Agora.
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