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O RESÍDUO DA
RESPONSABILIDADE
Mensagem de Gillian MacBeth-Louthan
30 de setembro de 2009

Todos os dias você tem
soltado “pedrinhas” de lamentações. Sejam reais ou ilusórias, elas
se armazenam no seu corpo como grãozinhos sólidos de confusão e dor.
Elas se assentam pesadamente e você se sente menos levo e mais
denso. Todos os dias você sai e coleta mais dessas pedrinhas de
lamentações e confusão, permitindo-as ancorarem em seu corpo como
uma âncora enferrujada de um navio pirata naufragado. Você caminha
cegamente pela estrada da vida entrando por cada uma das portas e em
cada uma das situações sem prazer, apenas com angústia.
Foi dito a você quando criança que deveria crescer e se
responsabilizar pelas suas ações, seu mundo, suas contas, etc... E
nesse campo da responsabilidade você ficou contido, sufocado pelo o
que você “deveria fazer”, necessitando de ar fresco e de uma segunda
chance. Você vai percorre sua mente pensando na injustiça que lhe
foi feita, no medo que lhe foi transmitido, uma palavra que lhe
feriu até a carne. Você se senta lado-a-lado desse carrossel de
injustiças que lhe foram feitas, mudando de cavalos, mas nunca
saindo desse “passeio” emocional.
Imagine o seu mundo como uma sala de espelhos. Você anda
vagarosamente através do labirinto de reflexos tentando descobrir
porque alguém disso isso, porque alguém fez aquilo, por que você não
encontrou o seu propósito verdadeiro. O efeito do espelho é
amplificado por todas essas pessoas em sua vida. Eles dão a você
pontos de referência, começos e fins, no intuito de monitorar o grau
do seu aprendizado.
A humanidade se sentou, começou a lamber as próprias feridas, sem
deixar que a área ferida seja curada. Continuamente focando-se e
lambendo essas injustiças que são vestidas como distintivo de
coragem.
A alma está necessitada de sustento. A humanidade nem sempre se
serve do buffet celestial. Ela freqüentemente se alimenta do temor
mundano. Suas almas estão famintas, e eles sentem que precisam
preencher-se, sente uma necessidade saciar-se. Alguns fazem isso com
comida, outros com sexo, alguns com álcool e outros com drogas
amortecedoras das emoções. Quando você vier a entender que a sua
alma está faminta daquilo que realmente proporciona alegria, haverá
o despertar.
As trilhas neurais do seu cérebro possuem muitos impasses e
becos-sem-saída. Quando você tem um insight (entendimento repentino
de algo; visão) um impulso elétrico é sentido no seu cérebro. Um
entusiasmo percorre o seu corpo por um momento. A adrenalina jorra
no sangue e, então, o entusiasmo diminui de intensidade. Por vezes é
você que anula o entusiasmo. Outras vezes é a palavra de outras
pessoas, algum artifício do coração, artifícios que fazem você parar
no meio do caminho. Seu espírito é emudecido, a paixão é extinta e
você desiste.
Quantas vezes em sua existência você desistiu de uma idéia, de uma
invenção, um amor? Seu cérebro possui um arquivo contendo suas
decepções. Você guarda um segundo arquivo biológico dessas mesmas
decepções no seu coração. Todos e tudo aquilo que alguma vez lhe
decepcionou, permanece circulando nas sinapses neurais do seu
cérebro. Você baseia todas as suas experiências futuras nesses
velhos julgamentos. Você consulta os lugares onde tenha falhado e os
lugares onde foi ferido.
Cada um de vocês tem a tendência de se auto-sabotar. É essa
constante sabotagem que o mantém girando em torno do mesmo círculo
de dificuldades. O “A beira do sucesso” é uma armadilha para os
humanos. Bem à beira do sucesso, há um campo de ilusões onde é dada
uma força de vida a qualquer dúvida e medo, dotando-os de vida.
Muitas vezes as pessoas não querem atingir o sucesso em 100%. É
confortável ser só um pouquinho bem sucedido, mas não ser bem
sucedido com comprometimento total.
Gillian MacBeth-Louthan
Traduzido por Gisele Mello <ghimie@hotmail.com>
Gillian MacBeth-Louthan - PO
box 217 - Dandridge, Tennessee 37725-0217 -
www.thequantumawakening.com -
thequantumawakening@hughes.ne t
Fonte:
http://spiritlibrary.com/gillian-macbeth-louthan/the-residue-of-responsibility
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