ESCOLHAS
Uma mensagem de Jennifer Hoffman
15 de Agosto de 2011
 
Há um propósito em tudo, em ficar parado e em avançar e há tanto poder em uma pausa como há em uma escolha. Na verdade, às vezes a pausa é um espaço muito poderoso para estar, pois nos permitimos o luxo de usar o nosso tempo para aceitarmos ou recusarmos uma oportunidade, contanto que não fiquemos muito tempo. Uma pausa breve, intencional, consciente e deliberada é uma poderosa declaração de nossa disposição e desejo de fazer a escolha melhor e mais elevada. Mas quando muito prolongada, ficamos presos na pausa e então ficamos no meio, sem saber para onde ir, então não vamos a lugar algum.

Escolhas são pontos de transformação muito importantes, porque cada escolha cria outra etapa na jornada de nossa vida e cada decisão de aceitar ou recusar, cria um novo caminho para nós. Mas nem sempre podemos manter um forte movimento à frente, porque há momentos em que precisamos avaliar os resultados de nossas escolhas, fazer um inventário do que criamos e decidirmos o que funciona e o que não funciona. E a única maneira de fazer isto é deixar de se mover, ficando no meio e dando uma olhada ao redor.

Agora, estar no meio não é onde precisamos nos criticar e nos julgar, observarmos todas as escolhas erradas ou sentirmos que estamos em um beco sem saída. É uma oportunidade de nos darmos uma pausa, dar-nos o tempo para recuperarmos o atraso e tomarmos um fôlego, vermos o panorama de nossas vidas a partir da perspectiva da realização e da celebração. Passamos muito tempo fazendo e pensando e sem o equilíbrio de sermos, pode parecer que estamos sempre com pressa para o próximo destino. Não há destino, a não ser aquele em que estamos e nenhum momento mais importante do que o atual.

O meio é uma escolha poderosa, contanto que isto não permaneça a nossa escolha por muito tempo. Há uma linha tênue entre ser um observador a partir deste ponto intermediário e ficar lá preso, porque não podemos decidir o que precisamos fazer em seguida. Quando reservamos um momento para fazermos uma pausa, permitimos que o que está acontecendo no Espírito passe para nós, a um nível do ego, para integrarmos novos pensamentos, pensarmos e em seguida, nos permitirmos a usar isto como um novo ponto de partida para a jornada de nossa vida. Devemos nos dar um momento para uma pausa, deliberada e intencionalmente, assim podemos considerar que os nossos próximos passos são uma dádiva de confiança e de fé. Permitimos então que o silêncio se torne o solo fértil que produz pensamentos poderosos e imperiosos que permitirão que o próximo caminho que escolhermos para a nossa realidade expresse os aspectos mais elevados de nosso potencial.


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Tradução de Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br 


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Fonte:  http://www.urielheals.com
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