EU ESCOLHI O PAI ERRADO?
Mensagem de Jennifer Hoffman
14 de Abril de 2012
 
O papel do nosso pai é nos ensinar sobre o poder, a energia, a ação e o correto uso da energia na terceira dimensão. Em um mundo perfeito, nosso pai seria gentil, amoroso, respeitoso e amável. Ele seria uma presença forte em nossa vida, instruindo-nos amorosamente a nos tornarmos homens e mulheres poderosos e confiantes que saberiam, a partir de uma idade precoce, a melhor forma de administrar a nossa energia. Embora alguns possam ter tido este tipo de pai, a maior parte, não teve. E como em nossa sociedade paternalista, nós percebemos a nossa conexão com a Fonte através de nossa experiência pessoal com o nosso pai, vimos então a Fonte como distante, cruel, autoritária ou mesmo ausente.

Durante gerações o nosso relacionamento com o pai limitou-se a proporcionar apoio financeiro; eles eram o “ganha-pão”, o que provê o sustento da família e pouco mais. Mas mesmo isto esteve faltando, pois o divórcio, o abandono físico e emocional e uma falta de compaixão e de comunicação, levaram à inexistência dos relacionamentos entre pai e filho.

Muitas de nossas experiências paternas variam de pais ausentes e distantes àqueles que infligem abusos terríveis em seus filhos. Se tínhamos que aprender tanto dos nossos pais, escolhemos os pais errados? Por que o relacionamento com o nosso pai foi tão difícil e por que fomos incapazes de ajudá-los com a sua cura?

A maior parte de nós, como curadores de nosso grupo de alma, entra em uma vida com os nossos pais para ajudá-los a alcançar uma cura emocional e energética poderosa. Nossos pais poderiam ou escolher a cura, ou repetirem conosco o comportamento de vidas passadas. Mas há um maior propósito para o relacionamento com o nosso pai e é restabelecermos a nossa conexão direta com a Fonte, sem acreditarmos que isto dependa de outros. Tivemos que aprender a sermos poderosos sem ou apesar deles e este é o seu presente para nós.

E nós não fracassamos porque a nossa geração (aqueles que nasceram nos anos 50 e 60), veio para mudar o paradigma do pai, o que fizemos com os nossos próprios filhos. Escolhemos pais que nos ensinariam o que precisávamos aprender e que nos ajudariam a nos tornarmos mais poderosos, apesar da falta de apoio e orientação. E nós usamos a nossa experiência como deveríamos, para criarmos melhores experiências paternas com os nossos filhos. Os pais de hoje são amorosos, atenciosos, solidários, comprometidos e envolvidos com os seus filhos. Este foi o propósito mais elevado de nossa experiência paterna e podemos agora encerrar o capítulo do velho paradigma de pai e abrirmos um relacionamento novo, mais solidário, amoroso, emocionalmente responsável e mais expressivo entre pai e filho para as novas gerações de crianças.

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Traduzido por: Regina Drumond Chichorro – reginamadrumond@yahoo.com.br

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Fonte:  www.enlighteninglife.com 
 
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