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MANIFESTAR NUM MUNDO NOVO Mensagem das Estrelas Anciãs por Aluna Joy Yaxk’in, 13 de setembro de 2011 |
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A 33.000 pés de altitude e na nossa viagem para o PERU, 13 de setembro
de 2011 Parte 1 Durante décadas, temos vindo a despertar por fases… por parcelas ou ondas de energia que nos agitam do nosso sono. Lembramo-nos de quando alcançámos os momentos cruciais em que a vida mudou, nunca regressando à sua forma anterior. Nós crescemos através de muitos destes momentos. Também reparámos que estas parcelas, ou ondas, estão a vir mais rápido a um ritmo de velocidade crescente. Desde o tempo em que nascemos, temos trabalhado para despertar. Foi uma era de autorrealização e uma acumulação de uma era inteira preenchida com muitas vidas passadas. Tornámo-nos conscientes das verdades universais e das ilusões globais das massas no coletivo. Começámos a entender quem verdadeiramente somos; não apenas como seres humanos, mas como uma alma e espírito divino. Pelos meados dos anos 80, estávamos mergulhados em energia acelerada, tornando possível aprender a um ritmo de hipervelocidade. As pessoas nascidas nos anos 80 ou depois têm uma escassez de lições emocionais de vida e de linhas do tempo históricas. Isto criou dificuldades para encontrarem o lar neste mundo a mudar rapidamente. Assim, a consciencialização das Crianças Índigo entrou na nossa consciência. Muitos “índigos” que nasceram muito antes, nos anos 40 a 70, tiveram uma linha do tempo mais longa na qual aprender e preparar-se, mas não foram reconhecidos como “índigos” visto que o mundo não estava desperto o suficiente para os reconhecer. De 2008 até ao presente, temos descoberto que estamos a sentir uma crescente perda de interesse no mundo material e um desejo crescente por comunidades com as mesmas ideias. Começámos a sentir uma pressão crescente para criar algo de novo, mas não sabemos o que é. O mundo está a começar a parecer um reino do “estivemos e fizemos”. Às vezes, sentimos que as nossas vidas são como o filme “Ground Hog Day”1. O que permaneceu essencial para nós é a comunidade de pessoas que pensam da mesma maneira. A única coisa que mantém o nosso interesse são as profundas ligações com a nossa família da alma. Estamos a questionar tudo o que nos foi ensinado e experimentámos. A realidade está a mudar mesmo na frente dos nossos olhos. Estamos também a sentir uma grande necessidade de liberdade. Queremos ser livres… sem restrições físicas, mentais ou emocionais de qualquer tipo, isto criou uma grande migração para destinos desconhecidos… física, emocional e mentalmente. Tivemos a coragem de cortar os laços do que era conhecido sem sabermos onde vamos aterrar a seguir. Esta é uma recalibração massiva. Aprendemos a confiar no nosso coração em vez de na nossa controladora mente barulhenta. Estamos a escolher o amor acima do medo. Passo a passo, com cada escolha que fazemos a partir do amor transformamos esta energia desqualificada da inconsciência coletiva. Ela começa a morrer de fome até que se vai. Pelo Equinócio de março de 2011, as coisas começaram realmente a aquecer à medida que nos movíamos para a neutralidade divina e para um estado profundo de estarmos a assistir. Escolhemos ficar neste mundo em serviço, mas já não somos deste mundo. Isto está a deixar-nos um pouco confusos. Não sabemos o que fazer a seguir visto que estamos quase completamente desligados de todas as coisas que antes nos ancoravam. Por causa desta libertação, embarcamos numa busca divina. Queremos encontrar um lugar para nos ancorarmos visto que está na nossa essência fazê-lo. Podemos sentir que algo está a surgir no futuro próximo para nós, mas não podemos vê-lo, compreendê-lo ou descobri-lo. Mas está claro… fundo no nosso âmago, estamos a começar a sentir um novo mundo a nascer. À medida que atravessámos o Solstício de junho e o número de eclipses de 2011, as coisas deram ainda outro salto ENORME para a energia deste mundo novo. Não há regresso possível agora. O novo destino vai chegar. Neste momento, esta neutralidade divina age como uma forma de nos manter a flutuar em cima de um mundo em mudança por um curto período de transição. Somos como os aviões sem uma pista para pousar. Estamos num circuito de espera. Quando o mundo tiver chegado em segurança para além do ponto de mudança, seremos capazes de implementar as opções que imaginámos. O muno novo começará a manifestar-se depressa e SERÁ o que fizermos dele. Entretanto, com a nossa impaciência, continuamos a escavar nos nossos corações e a perguntar “O que queremos?” porque estamos habituados a manifestar de uma forma particular. O “Dia da Marmota” está a tornar-se uma velha reprise cansada e estamos a ficar exaustos do circuito de espera. Então, tentamos empurrar para quebrar os bloqueios que sentimos. Pode este sentimento frustrante do Dia da Marmota significar que estamos a começar a viver dentro dos primeiros estágios de um mundo novo? Isto pode significar que as leis da natureza que regulam a manifestação mudaram para uma dimensão nova? P.S.: Um lembrete… As Estrelas Anciãs disseram durante anos que todas as regras da natureza que unem a nossa dimensão iriam mudar na mudança das eras. Elas também partilharam uma vez e outra que não irá ser o que nós pensamos que irá ser, e que o mundo novo virá com grandes surpresas. A forma como discernimos a verdade foi sentindo os nossos centros. Mas este centro já mudou para o novo futuro… pelo menos por agora. Está a fazer-nos sentir um pouco de fobia com os compromissos e inseguros em quase todas as áreas das nossas vidas. Achamos difícil comprometer-nos até mesmo com as pequenas decisões na vida sem essa sensação incómoda de que alguma coisa não está certa. O antigo, o familiar, a clareza de coração que temos buscado ativamente já não estão lá. Parece que o nosso centro se deslocou para outro lugar. Tal como o mundo está a mudar debaixo dos nossos pés, os nossos corações também mudaram. Os nossos corações, o nosso âmago, a nossa base de origem, o nosso ponto de orientação, etc… deslocaram-se para um nível mais profundo e mais puro, mais evoluído. Este nível não tem a ver com o eu individual, mas com um baseado no coletivo inteiro… o UM. Um novo coração está a ser atualizado para cada coisa viva. Sentimos que este é um aspeto das novas leis da natureza para o mundo novo. Estamos num modo de preparação profundo e forte. Estamos a deslocar-nos de manifestar no tempo linear para manifestarmos no tempo esférico. Isto afeta a forma como vivemos e a forma como criamos. Estamos a aprender a criar esfericamente, a partir de múltiplas direções, dentro de um novo centro do coração. É muito para aprender. Aprender a manifestar no tempo esférico está a criar um problema temporário. Há muitas variedades de possibilidades abertas para manifestarmos agora. Centramos a nossa atenção em muitos aspetos, por assim dizer. Cada opção aparenta ter peso igual. Então, tentamos descobrir qual escolher olhando para cada ideia ou opção como uma opção individual. Cada opção individual que consideramos, não sentimos que seja necessariamente errada, mas também não sentimos que seja certa e não sabemos porquê. Desta forma, seguimos para a próxima opção, fazemos o mesmo processo e descobrimos o mesmo resultado. É somente quando recuamos e olhamos para o quadro mais vasto, e vemos TODAS as opções juntas como uma unidade unificada que o nosso coração diz “SIM! É isso! Vamos fazer isso!” Após esta revelação somos rapidamente confrontados com a questão de que todas estas oportunidades são bastante diferentes e que parece fisicamente impossível criá-las como uma unidade visto que elas aparentam ir em muitas direções diferentes. Este é o estado inicial de manifestarmos esférica e multidimensionalmente. Isto requer fazer multitarefas para uma frequência inteiramente nova, superior. Esta é uma pista para nós de que criar/manifestar multidimensionalmente será possível muito em breve. Agora, temos que aprender simplesmente a descobrir o novo centro do nosso coração no mundo novo. Estamos a ser sincronizados com um novo tempo divino estes dias. Estamos já a começar a sentir como poderá ser manifestar neste mundo novo. Manifestar vai ser muito mais rápido do que pensamos. Iremos criar somente com a intuição… ou seja, com os nossos corações. O ritmo acelerado parecerá como um salto quântico na criação consciente. Existem pistas para esta sincronização do tempo divino. Já estamos a sentir-nos chinelos entre as coisas que consideramos manifestar nas nossas vidas. Temos um momento de clareza sobre o que fazer e, no momento seguinte, esse desejo foi-se. Não é que a clareza estivesse, em primeiro lugar, errada. É que, simplesmente, levámos demasiado tempo a agir e o universo deslocou-se então para a opção seguinte. Este novo modo de criação está a movimentar-se mais depressa do que o que podemos criar neste momento; daí a necessidade da sincronização do tempo divino. Quando nos ligarmos ao nosso novo centro do coração, iremos achar que manifestar irá produzir-se de maneiras originais e multidimensionais e que iremos manter o ritmo com o universo. Não vamos saber o que está à nossa frente. Nem iremos saber o dia ou a hora da conclusão desta transformação ou mudança de idades. Nenhum profeta, canal, místico ou intelectual sabe a resposta para isto. Como Jesus diz “Mantenham as lâmpadas acesas.” Por outras palavras, fiquem abertos a todas as possibilidades. Estejam prontos para saltar quando todas as possibilidades convergirem para o centro do coração de novo e a porta se abrir para, finalmente, pousarem esse avião. Estamos agora no mesmo barco… tal como devia ser… pois saltamos unidos como UM. 1 - Um egocêntrico homem do tempo da TV em Pittsburgh que, durante a abertura do Dia Anual da Marmota se encontra a repetir o mesmo dia todas as manhãs ao acordar. |
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Direitos de Autor
2010 – É concedida permissão para copiar e distribuir este artigo na condição de
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Aluna Joy Yaxk’in, PO Box 1988 Sedona, AZ 86339 USA Ph: 982-282-6292 Ph/Fax:
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[email protected]:www.
AlunaJoy.com Tradução: Ana
Tavares Belo –
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